Pela primeira vez, os cientistas observaram a interferência quântica – uma interação ondulatória entre partículas relacionadas com o estranho fenômeno quântico do emaranhamento— ocorrendo entre dois tipos diferentes de partículas. A descoberta pode ajudar os físicos a entender o que acontece dentro de um núcleo atômico.

 

As partículas agem como partículas e ondas. E a interferência é a capacidade da ação ondulatória de uma partícula de diminuir ou amplificar a ação de outras partículas quânticas quando dois barcos se cruzam em um lago. Às vezes, as ondas sobrepostas formam uma onda maior e, às vezes, se anulam, apagando a onda. Essa interferência ocorre devido emaranhamento, um dos aspectos mais estranhos da física quântica, previsto na década de 1930 e observado experimentalmente desde a década de 1970. Quando emaranhados, os estados quânticos de múltiplas partículas são ligados de modo que as medições de uma se correlacionam com as medições das outras, mesmo que uma esteja em Júpiter e a outra esteja em seu gramado.

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